quarta-feira , 23 agosto 2017

Advogada é baleada no peito em atentado, mas sobrevive: “Silicone salvou minha vida”

2016-01-04 22.42.38

Uma advogada de 28 anos sobreviveu após ser baleada no peito durante um atentado, e creditou como salvador o silicone implantado nos seios.

O crime aconteceu em Natal, no Rio Grande do Norte, no dia 19 de dezembro. Após ficar internada no hospital por quatro dias, Paloma Gurgel de Oliveira Cerqueira está escondida e disse já ter recebido ameaças de morte.

“Tudo começou alguns meses atrás. Sou advogada criminalista e tenho mais de 300 clientes presos e quase outros 100 soltos, inclusive alguns de presídios federais. Houve uma discussão com uma pessoa cujo nome já foi repassado à polícia, mas não se trata de nenhum cliente. Depois disso, através de outras pessoas, fui informada que poderia ser morta. Me mantive tranquila por ainda achar que não tinha inimizades, até que aconteceu isso comigo”, relatou a mulher em entrevista ao G1 RN.

No dia o crime, a advogada estava em uma lanchonete com uma amiga quando foi baleada por um homem que invadiu o local.

O primeiro tiro atingiu o braço direito de Paloma. O atirador ainda disparos mais seis vezes: quatro disparos pegaram na bolsa dela. “Quando eu já estava caída, ele se aproximou e deu um tiro à queima-roupa no meu peito. Depois eu protegi minha cabeça com as pernas e ele efetuou outro disparo, desta vez acertando meu joelho, que ficou estraçalhado e quebrou a tíbia”, disse a advogada, que fingiu estar morta após ser baleada.

O atirador fugiu em uma caminhonete branca, sem ferir mais ninguém. A advogada descarta a hipótese de assalto, e diz que o nome da pessoa que tinha lhe ameaçado de morte já foi encaminhado para a Polícia Civil. Durante a internação, Paloma passou por quatro cirurgias – três no joelho e uma no braço.

“No hospital, o médico me disse que o tiro no peito não atingiu o coração porque acertou a minha prótese. Ou seja: o meu silicone salvou a minha vida”, garante a advogada, que também revelou não ter pretensão de voltar para Natal após o atentado que sofreu. O caso está sendo investigado pela 10ª delegacia de Polícia Civil do bairro de Pirangi. (Correio)

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