domingo , 28 maio 2017

Policial de Pedro Canario é morto a tiros e pedradas e outro é baleado em baile funk no ES

 

Um policial militar identificado como Ítalo Bruno Pereira Rocha, de 25 anos, foi executado a tiros e pedradas e outro baleado no braço na noite deste domingo (30), em Jardim Carapina, na Serra, na Grande Vitória. Eles estavam à paisana e, de acordo com informações preliminares, foram reconhecidos por criminosos em um baile funk próximo ao campo de futebol do bairro.

A Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp) informou que três suspeitos do crime foram detidos, por volta da 0h30 desta segunda-feira (31). A corregedoria da Polícia Militar e a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) investigam o caso.Italo Bruno

Morte
Segundo um policial, Alan Carlos Ferreira Neto, de 22 anos, houve um confronto de gangues rivais. Quando uma dessas gangues chegou ao baile, os policiais – que não estavam a trabalho – foram reconhecidos e teriam tentado fugir. Moradores contaram ter ouvido diversos tiros por volta de 23h30.

As informações iniciais são de policiais militares, que confirmaram a morte do soldado, que trabalhava no Grupo de Apoio Operacional (GAO) do 6º Batalhão. No entanto, até a meia-noite, o comandante do 6º Batalhão da PM, coronel Barreto estava se dirigindo ao local da ocorrência.

O policial militar morto foi assassinado a tiros e a pedradas, segundo relatos de policiais. O outro foi levado por suspeitos e encontrado baleado logo depois.

O ferido foi levado para um hospital particular na Serra e depois levado para o Hospital da Polícia Militar (HPM), em Bento Ferreira, Vitória. O carro do policial executado, um Fox prata, também foi levado pelos suspeitos e encontrado tempos depois.

Diversas carros da Polícia Militar foram deslocadas para a região de Jardim Carapina. O carro de recolhimento de cadáveres, também foi para o local da ocorrência.

O secretário estadual de Segurança Pública, André Garcia, se pronunciou sobre a morte do Policial Militar Ítalo Bruno Pereira Rocha, de 25 anos.

Nas redes sociais, Garcia disse que o crime não ficará impune. “A morte de um policial, antes de ser uma tragédia para família e para corporação, é um atentado contra toda a sociedade. Quem acha que vai matar policiais e sair impunemente, está redondamente enganado! Vamos identificar, prender e entregar para justiça todos os responsáveis por esta barbárie. Não é justo que quem contribui para esclarecer e diminuir a violência seja vítima dela. Para nós, a morte de qualquer cidadão, seja policial ou não, não pode se transformar em mera estatística”, afirmou.

Ítalo Bruno Pereira Rocha, de 25 anos, era morador da cidade de Pedro Canario no norte capixaba, embora trabalhava em um batalhão do GAO na grande Vitoria

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